
Dr. Celso Gontijo
Presidente do Conselho
Ex-presidente da ABMS
70 anos de experiência em geotecnia
CREA/CONFEA 1404864105

PCH em São José do Cerrito, na Serra Catarinense, integrando o mesmo ciclo de outorgas de pequenas centrais hidrelétricas do estado. Obras civis de barramento e casa de força concentram a demanda por ensaios de fundação.
Localização
Proprietário / Contratante
Empreendedor com outorga publicada no DOU
Fundações
Controle de qualidade de fundações
Geoteste
Potência instalada projetada
30 MW
Investimento estimado da usina
cerca de R$ 300 milhões
Participação adquirida pela Ludfor
30%
Investimento anunciado pela Ludfor (Itararé + Forquilha II)
R$ 60 milhões
Prazo estimado de entrada em operação
até 2030
A PCH Itararé é um empreendimento hidrelétrico localizado no Rio Canoas, no trecho que faz divisa entre os municípios de Curitibanos e São José do Cerrito, na Serra Catarinense. O projeto foi um dos vencedores do Leilão de Energia Nova promovido pela ANEEL/CCEE e teve parte de sua participação societária, 30%, adquirida pelo grupo gaúcho Ludfor, que anunciou em 2025 um pacote de investimentos de R$ 60 milhões para ampliar sua atuação em geração renovável por meio de PCHs, incluindo a Itararé, em Santa Catarina, e a Forquilha II, no Rio Grande do Sul. Segundo reportagem local, a usina prevista para a região tem investimento estimado em cerca de R$ 300 milhões e potência instalada projetada de 30 MW, com expectativa de entrada em operação até 2030, o que a colocaria como um dos maiores empreendimentos hídricos recentes da Serra Catarinense.
A localização no Rio Canoas é estrategicamente relevante: esse curso d'água é um dos principais da bacia do Rio Uruguai em Santa Catarina e já abriga outros aproveitamentos hidrelétricos de pequeno e médio porte na região, o que indica disponibilidade de infraestrutura elétrica associada (linhas de transmissão e subestações) nas proximidades. É digno de nota que a região de São José do Cerrito já concentra infraestrutura elétrica de porte, com a Subestação Itararé, distinta da PCH, mas de nome homônimo, em operação desde 2013, coletando energia gerada pela PCH João Borges e outros empreendimentos da região, o que demonstra a maturidade do corredor de escoamento energético entre a Serra Catarinense e o sistema interligado do Oeste catarinense.
O licenciamento ambiental de empreendimentos hídricos no Rio Canoas segue o rito estadual, sob competência do IMA, com atenção redobrada às Áreas de Preservação Permanente ao longo do rio e a comunidades rurais ribeirinhas, comuns na paisagem de pastagens e remanescentes de Mata de Araucária do planalto serrano catarinense. A estruturação societária do projeto, com entrada de um investidor estratégico como a Ludfor adquirindo fração minoritária relevante (30%), é um padrão típico do setor de PCHs pós-leilão, em que o desenvolvedor original de projeto (origination) posteriormente atrai capital de fundos ou grupos de energia para viabilizar a etapa de construção, mais intensiva em capital.
Do ponto de vista de cronograma, a expectativa relatada pela imprensa regional é de que a usina no Rio Canoas, entre Curitibanos e São José do Cerrito, entre em operação até 2030, o que sugere um ciclo de desenvolvimento e construção de aproximadamente cinco anos a partir da habilitação em leilão, prazo compatível com o tempo médio de maturação de projetos de PCH no Brasil, que envolve licenciamento ambiental, obtenção de outorga de recursos hídricos, engenharia de detalhamento, obras civis de barramento e casa de força, e montagem eletromecânica.
Geotecnicamente, o trecho do Rio Canoas entre Curitibanos e São José do Cerrito situa-se sobre a mesma província de rochas vulcânicas ácidas e básicas da Formação Serra Geral que caracteriza toda a Serra Catarinense, com predominância de basaltos e, em algumas porções mais altas do planalto, riolitos e riodacitos da fácies Palmas/Chapecó. Esse contexto geológico impõe às fundações de barragens e vertedouros de PCH a necessidade de mapeamento detalhado de fraturas e da espessura dos derrames individuais, uma vez que a alternância de camadas maciças e vesiculares pode comprometer a estanqueidade da fundação se não tratada adequadamente com cortinas de injeção e drenos de alívio de subpressão.
A Ludfor é um grupo empresarial de origem gaúcha que tem ampliado sua atuação no setor de energia renovável, com foco recente em pequenas centrais hidrelétricas no Sul do Brasil. O anúncio de investimento de R$ 60 milhões em 2025 para desenvolver participações nas PCHs Itararé (SC) e Forquilha II (RS), este último com investimento total estimado em cerca de R$ 90 milhões, segundo o gerente da empresa, indica uma estratégia de diversificação de portfólio energético apoiada em projetos já vencedores de leilões federais de energia.
O movimento da Ludfor se soma a um ciclo mais amplo de retomada de investimentos em PCHs no Brasil, impulsionado pelos leilões de energia nova voltados a fontes hídricas de pequeno e médio porte realizados em 2025, nos quais Santa Catarina se destacou como o estado com maior número de projetos habilitados, reforçando o papel da Serra Catarinense como polo relevante de geração hídrica complementar à matriz eólica e solar do país.
Habilitação da PCH Itararé em leilão de energia nova da ANEEL/CCEE
Aquisição de 30% de participação societária pelo grupo Ludfor (2025)
Anúncio de investimento de R$ 60 milhões do grupo Ludfor para PCHs Itararé e Forquilha II
Licenciamento ambiental e obtenção de outorga de recursos hídricos no Rio Canoas
Construção da barragem, casa de força e montagem eletromecânica
Expectativa de operação comercial até 2030
A Geoteste executa todos os ensaios abaixo com equipe, equipamentos e laboratório próprios, seguindo a NBR 6122:2022.
PCE
Capacidade de carga com carga estática aplicada diretamente na fundação.
PDA
Avaliação da capacidade de carga e integridade por impacto dinâmico.
Sistema Hammer
PDA autônomo, patenteado e operado por radiocontrole, sem guindaste.
Ensaio de Placa
Determinação do módulo de reação e recalque de solos superficiais.
PIT
Verificação não destrutiva da integridade e comprimento de estacas.
Bidirecional
Ensaio com célula expansiva para estacas de grande capacidade.
Tração
Avaliação da capacidade de tração de fundações especiais.
Arrancamento
Verificação da resistência à tração de elementos de fundação.
SAP
PCE sem estacas de reação, usando helicoides reutilizáveis.
Todas as informações desta página vêm de publicações oficiais e da imprensa. Consulta em 26/08/2026.
Uma equipe de engenheiros especialistas que soma 238 anos de experiência combinada em geotecnia, levando toda essa autoridade técnica para garantir a segurança e a confiança das fundações do projeto PCH Itararé.
+60
anos de experiência
+35.000
ensaios realizados
27
estados atendidos
Infraestrutura, mineração, indústria, mercado imobiliário, energia, saneamento, mobilidade urbana, entre outros.









Nossa equipe técnica está preparada para atender obras de infraestrutura, energia, mineração e indústria em todo o Brasil.