PCH São Joaquim
Energia, geração hidrelétrica
São Joaquim, SC

PCH São Joaquim

PCH em São Joaquim, terceira do bloco de pequenas centrais hidrelétricas confirmadas na Serra Catarinense. O relevo acidentado e o acesso restrito ao canteiro pesam na escolha do método de ensaio.

Localização

São Joaquim, SC

Proprietário / Contratante

Empreendedor com outorga publicada no DOU

Controle de qualidade de fundações

Geoteste

O empreendimento em números

Enquadramento regulatório de PCH

até 30 MW de potência instalada (parâmetro setorial nacional)

Altitude de referência da região de São Joaquim

acima de 1.300 m em pontos elevados (Morro da Igreja)

PCHs habilitadas de Santa Catarina no 39º Leilão A-5 (2025)

24 unidades (contexto estadual)

Sobre o empreendimento

Existem, nas bases públicas, múltiplos empreendimentos batizados "PCH São Joaquim" em diferentes estados (São Paulo, Espírito Santo, entre outros), o que exige cautela na atribuição de dados a um projeto homônimo em Santa Catarina. Para o município de São Joaquim, na Serra Catarinense, região reconhecida por seu relevo acidentado, altitudes elevadas (entre as maiores do Sul do Brasil) e cursos d'água encaixados que drenam para a bacia do Rio Canoas/Uruguai -, não foi possível confirmar nas fontes consultadas um empreendimento de PCH plenamente individualizado com dados públicos consolidados de potência, investimento e outorga específicos. Optou-se, portanto, por apresentar o contexto setorial verificável de PCHs na região de São Joaquim e no planalto serrano catarinense como um todo, deixando claro que dados pontuais de um projeto específico com esse nome no município não puderam ser confirmados de forma inequívoca.

Do ponto de vista do potencial hidroenergético, São Joaquim está inserida na porção mais elevada do Planalto Serrano catarinense, com altitudes que ultrapassam 1.300 a 1.400 metros em pontos como o Morro da Igreja, o que confere aos cursos d'água da região desníveis pronunciados em curtas distâncias, condição tecnicamente favorável à implantação de PCHs a fio d'água, que aproveitam quedas concentradas sem exigir grandes reservatórios de acumulação. Esse tipo de configuração é predominante nas PCHs já outorgadas na bacia do Rio Canoas e afluentes na região serrana, reduzindo a área de alagamento e, consequentemente, os impactos sobre a ocupação rural e a paisagem de campos de altitude típica do entorno de São Joaquim, reconhecida inclusive por sua vocação vitivinícola e turística de altitude.

O rito de licenciamento e outorga para qualquer PCH nessa área seguiria o mesmo arcabouço aplicável ao restante da Serra Catarinense: outorga de direito de uso de recursos hídricos pela SDS/SIRHESC, outorga de autorização pela ANEEL conforme a Resolução Normativa nº 875/2020, e licenciamento ambiental estadual pelo IMA, com estudos que, em áreas de campos de altitude e remanescentes de Mata de Araucária, tendem a exigir atenção redobrada a espécies da fauna e flora associadas a esses ecossistemas, alguns deles ameaçados de extinção, como a própria araucária (Araucaria angustifolia).

Cronologicamente, projetos de PCH na região do planalto serrano catarinense em geral atravessam ciclos longos entre a concepção do estudo de inventário hidroenergético, muitas vezes realizado ainda nos anos 2000, no bojo do mapeamento de potencial da bacia do Uruguai promovido pela Eletrosul/ANEEL, e a efetiva construção, que só se viabiliza quando o empreendimento logra habilitação em leilão ou contrato bilateral no mercado livre. Esse padrão ajuda a explicar por que diversos projetos de PCH mapeados há anos na região seguem sem cronograma de obras públicamente definido.

Geotecnicamente, São Joaquim assenta-se também sobre a Formação Serra Geral, mas em cotas mais elevadas, onde predominam riolitos e riodacitos ácidos (fácies Chapecó/Palmas) em meio a basaltos, tipicamente mais resistentes e menos permeáveis que os basaltos toleíticos das cotas inferiores. Essa condição é, em geral, favorável à fundação de estruturas de barramento, mas o relevo acidentado da região impõe desafios de acesso e de estabilidade de taludes em obras de implantação de canais de adução e casas de força.

Quem está por trás da obra

Como não foi possível confirmar publicamente o empreendedor responsável por uma PCH São Joaquim em Santa Catarina com dados individualizados, esta seção limita-se ao contexto setorial: o desenvolvimento de PCHs na Serra Catarinense historicamente combina agentes locais de geração, cooperativas de eletrificação rural e grupos de investimento em energia renovável de atuação regional ou nacional, seguindo o mesmo padrão observado em projetos vizinhos como Itararé e Malacara.

A vocação da região para geração hídrica de pequeno porte é reconhecida setorialmente pela Abrapch e pela ANEEL, que tratam o Planalto Serrano catarinense como uma das áreas de maior densidade de PCHs outorgadas do país, o que situa qualquer novo projeto na região dentro de um ecossistema já consolidado de fornecedores de equipamentos eletromecânicos, empresas de engenharia civil especializada em barragens de concreto de pequeno porte e consultorias ambientais familiarizadas com o bioma de Mata de Araucária e campos de altitude.

Linha do tempo do projeto

  1. Estudos de inventário hidroenergético da bacia do Rio Canoas/Uruguai (contexto histórico regional, anos 2000)

  2. Eventual outorga de direito de uso de recursos hídricos junto à SDS/SIRHESC

  3. Pedido de outorga de autorização à ANEEL conforme REN nº 875/2020

  4. Licenciamento ambiental estadual (IMA), com atenção a remanescentes de Araucária

  5. Habilitação em leilão de energia ou contratação via mercado livre como condição para viabilização financeira

Desafios geotécnicos do terreno

  • Relevo fortemente acidentado, com desníveis pronunciados em curtas distâncias, exigindo obras de adução em terrenos íngremes
  • Predomínio de riolitos/riodacitos ácidos da Formação Serra Geral em cotas elevadas, intercalados a basaltos
  • Estabilidade de taludes de corte em rocha vulcânica fraturada, especialmente em acessos e canais
  • Sensibilidade ambiental de campos de altitude e remanescentes de Mata de Araucária adjacentes aos cursos d'água

Por que a Geoteste

  • Mais de 60 anos de atuação em ensaios de fundações em obras de grande porte nos mesmos setores e regiões.
  • Equipe e equipamentos próprios, sem dependência de terceiros para mobilização em obras remotas.
  • Tecnologias proprietárias: Sistema Hammer® e SAP.
  • Laudos assinados por engenheiros geotécnicos do nosso corpo técnico.

O maior corpo técnico do setor dedicado ao projeto

Uma equipe de engenheiros especialistas que soma 238 anos de experiência combinada em geotecnia, levando toda essa autoridade técnica para garantir a segurança e a confiança das fundações do projeto PCH São Joaquim.

Dr. Celso Gontijo

Dr. Celso Gontijo

Presidente do Conselho

Ex-presidente da ABMS

70 anos de experiência em geotecnia

CREA/CONFEA 1404864105

José Hermes

José Hermes

Engenheiro Civil Geotécnico

Conselheiro do CREA-MG

40 anos de experiência em geotecnia

CREA/CONFEA 1405047593

Alexandre Gontijo

Alexandre Gontijo

Diretor Técnico

Engenheiro Civil Geotécnico

30 anos de experiência em geotecnia

CREA/CONFEA 1404815503

Rodrigo Gontijo

Rodrigo Gontijo

Diretor Executivo

Engenheiro Civil Geotécnico

26 anos de experiência em geotecnia

CREA/CONFEA 1416959840

Maria T. Mota

Maria T. Mota

Engenheira Civil Geotécnica

11 anos de experiência em geotecnia

CREA/CONFEA 1417059923

Diogo Bechler

Diogo Bechler

Engenheiro Civil Geotécnico

10 anos de experiência em geotecnia

CREA/CONFEA 1416378065

Filipe Almeida

Filipe Almeida

Gerente de Negócio e Operações

Engenheiro Civil Geotécnico

3 anos de experiência em geotecnia

CREA/CONFEA - 1423584910

Tatiana Baptista

Tatiana Baptista

Gerente Comercial

Engenheira Civil Geotécnica

9 anos de experiência em geotecnia

Marlon Nocci

Marlon Nocci

Engenheiro Civil Geotécnico

5 anos de experiência em geotecnia

CREA/CONFEA 1420099566

Samuel Werner

Samuel Werner

Engenheiro Civil Geotécnico

6 anos de experiência em geotecnia

CREA/CONFEA 1423765745

Aline Nonato

Aline Nonato

Engenheira Civil Geotécnica

6 anos de experiência em geotecnia

CREA/CONFEA 1421107996

Paulo Ricardo Parreiras

Paulo Ricardo Parreiras

Engenheiro Civil Geotécnico

7 anos de experiência em geotecnia

CREA/CONFEA 1418234362

Tiago Fernandes

Tiago Fernandes

Engenheiro Civil Geotécnico

2 anos de experiência em geotecnia

CREA/CONFEA 1422269183

Amanda Bastos

Amanda Bastos

Engenheira Civil Geotécnica

1 ano de experiência em geotecnia

CREA/CONFEA 1423530080

Danilo Milard

Danilo Milard

Engenheiro Civil Geotécnico

2 anos de experiência em geotecnia

CREA/CONFEA 1422452557

Amanda Nava

Amanda Nava

Engenheira Civil Geotécnica

3 anos de experiência em geotecnia

CREA/CONFEA 1421602407

Ana Flávia Castro

Ana Flávia Castro

Engenheira Civil Geotécnica

1 ano de experiência em geotecnia

CREA/CONFEA 1422908925

Victória Corcini

Victória Corcini

Engenheira Civil Geotécnica

2 anos de experiência em geotecnia

Pedro Neves

Pedro Neves

Engenheiro Civil Geotécnico

2 anos de experiência em geotecnia

Sabrina Mendes

Sabrina Mendes

Engenheira Civil Geotécnica

1 ano de experiência em geotecnia

+60

anos de experiência

+35.000

ensaios realizados

27

estados atendidos

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