
Dr. Celso Gontijo
Presidente do Conselho
Ex-presidente da ABMS
70 anos de experiência em geotecnia
CREA/CONFEA 1404864105

PCH em São Joaquim, terceira do bloco de pequenas centrais hidrelétricas confirmadas na Serra Catarinense. O relevo acidentado e o acesso restrito ao canteiro pesam na escolha do método de ensaio.
Localização
Proprietário / Contratante
Empreendedor com outorga publicada no DOU
Fundações
Controle de qualidade de fundações
Geoteste
Enquadramento regulatório de PCH
até 30 MW de potência instalada (parâmetro setorial nacional)
Altitude de referência da região de São Joaquim
acima de 1.300 m em pontos elevados (Morro da Igreja)
PCHs habilitadas de Santa Catarina no 39º Leilão A-5 (2025)
24 unidades (contexto estadual)
Existem, nas bases públicas, múltiplos empreendimentos batizados "PCH São Joaquim" em diferentes estados (São Paulo, Espírito Santo, entre outros), o que exige cautela na atribuição de dados a um projeto homônimo em Santa Catarina. Para o município de São Joaquim, na Serra Catarinense, região reconhecida por seu relevo acidentado, altitudes elevadas (entre as maiores do Sul do Brasil) e cursos d'água encaixados que drenam para a bacia do Rio Canoas/Uruguai -, não foi possível confirmar nas fontes consultadas um empreendimento de PCH plenamente individualizado com dados públicos consolidados de potência, investimento e outorga específicos. Optou-se, portanto, por apresentar o contexto setorial verificável de PCHs na região de São Joaquim e no planalto serrano catarinense como um todo, deixando claro que dados pontuais de um projeto específico com esse nome no município não puderam ser confirmados de forma inequívoca.
Do ponto de vista do potencial hidroenergético, São Joaquim está inserida na porção mais elevada do Planalto Serrano catarinense, com altitudes que ultrapassam 1.300 a 1.400 metros em pontos como o Morro da Igreja, o que confere aos cursos d'água da região desníveis pronunciados em curtas distâncias, condição tecnicamente favorável à implantação de PCHs a fio d'água, que aproveitam quedas concentradas sem exigir grandes reservatórios de acumulação. Esse tipo de configuração é predominante nas PCHs já outorgadas na bacia do Rio Canoas e afluentes na região serrana, reduzindo a área de alagamento e, consequentemente, os impactos sobre a ocupação rural e a paisagem de campos de altitude típica do entorno de São Joaquim, reconhecida inclusive por sua vocação vitivinícola e turística de altitude.
O rito de licenciamento e outorga para qualquer PCH nessa área seguiria o mesmo arcabouço aplicável ao restante da Serra Catarinense: outorga de direito de uso de recursos hídricos pela SDS/SIRHESC, outorga de autorização pela ANEEL conforme a Resolução Normativa nº 875/2020, e licenciamento ambiental estadual pelo IMA, com estudos que, em áreas de campos de altitude e remanescentes de Mata de Araucária, tendem a exigir atenção redobrada a espécies da fauna e flora associadas a esses ecossistemas, alguns deles ameaçados de extinção, como a própria araucária (Araucaria angustifolia).
Cronologicamente, projetos de PCH na região do planalto serrano catarinense em geral atravessam ciclos longos entre a concepção do estudo de inventário hidroenergético, muitas vezes realizado ainda nos anos 2000, no bojo do mapeamento de potencial da bacia do Uruguai promovido pela Eletrosul/ANEEL, e a efetiva construção, que só se viabiliza quando o empreendimento logra habilitação em leilão ou contrato bilateral no mercado livre. Esse padrão ajuda a explicar por que diversos projetos de PCH mapeados há anos na região seguem sem cronograma de obras públicamente definido.
Geotecnicamente, São Joaquim assenta-se também sobre a Formação Serra Geral, mas em cotas mais elevadas, onde predominam riolitos e riodacitos ácidos (fácies Chapecó/Palmas) em meio a basaltos, tipicamente mais resistentes e menos permeáveis que os basaltos toleíticos das cotas inferiores. Essa condição é, em geral, favorável à fundação de estruturas de barramento, mas o relevo acidentado da região impõe desafios de acesso e de estabilidade de taludes em obras de implantação de canais de adução e casas de força.
Como não foi possível confirmar publicamente o empreendedor responsável por uma PCH São Joaquim em Santa Catarina com dados individualizados, esta seção limita-se ao contexto setorial: o desenvolvimento de PCHs na Serra Catarinense historicamente combina agentes locais de geração, cooperativas de eletrificação rural e grupos de investimento em energia renovável de atuação regional ou nacional, seguindo o mesmo padrão observado em projetos vizinhos como Itararé e Malacara.
A vocação da região para geração hídrica de pequeno porte é reconhecida setorialmente pela Abrapch e pela ANEEL, que tratam o Planalto Serrano catarinense como uma das áreas de maior densidade de PCHs outorgadas do país, o que situa qualquer novo projeto na região dentro de um ecossistema já consolidado de fornecedores de equipamentos eletromecânicos, empresas de engenharia civil especializada em barragens de concreto de pequeno porte e consultorias ambientais familiarizadas com o bioma de Mata de Araucária e campos de altitude.
Estudos de inventário hidroenergético da bacia do Rio Canoas/Uruguai (contexto histórico regional, anos 2000)
Eventual outorga de direito de uso de recursos hídricos junto à SDS/SIRHESC
Pedido de outorga de autorização à ANEEL conforme REN nº 875/2020
Licenciamento ambiental estadual (IMA), com atenção a remanescentes de Araucária
Habilitação em leilão de energia ou contratação via mercado livre como condição para viabilização financeira
A Geoteste executa todos os ensaios abaixo com equipe, equipamentos e laboratório próprios, seguindo a NBR 6122:2022.
PCE
Capacidade de carga com carga estática aplicada diretamente na fundação.
PDA
Avaliação da capacidade de carga e integridade por impacto dinâmico.
Sistema Hammer
PDA autônomo, patenteado e operado por radiocontrole, sem guindaste.
Ensaio de Placa
Determinação do módulo de reação e recalque de solos superficiais.
PIT
Verificação não destrutiva da integridade e comprimento de estacas.
Bidirecional
Ensaio com célula expansiva para estacas de grande capacidade.
Tração
Avaliação da capacidade de tração de fundações especiais.
Arrancamento
Verificação da resistência à tração de elementos de fundação.
SAP
PCE sem estacas de reação, usando helicoides reutilizáveis.
Todas as informações desta página vêm de publicações oficiais e da imprensa. Consulta em 26/08/2026.
Uma equipe de engenheiros especialistas que soma 238 anos de experiência combinada em geotecnia, levando toda essa autoridade técnica para garantir a segurança e a confiança das fundações do projeto PCH São Joaquim.
+60
anos de experiência
+35.000
ensaios realizados
27
estados atendidos
Infraestrutura, mineração, indústria, mercado imobiliário, energia, saneamento, mobilidade urbana, entre outros.









Nossa equipe técnica está preparada para atender obras de infraestrutura, energia, mineração e indústria em todo o Brasil.